terça-feira, 20 de março de 2007

A Curra - Conto BDSM



(Contém cenas de violência - se não gosta, não leia)


A Curra



Mariana sempre fazia aquele trajeto para casa... Descia no ponto final do ônibus e precisava caminhar cerca de setecentos metros até chegar ao destino. Seus pensamentos sempre a faziam tremer naquele trecho mais escuro e um calafrio lhe percorria a espinha. Era quase meia-noite e a lua era nova, o que fazia com que tudo parecesse mais escuro do que o normal.


O que ela não sabia é que vinha sendo observada nos últimos dias. Olhos famintos e vorazes acompanhavam-na todas as noites, estudando-lhe a rotina diária. Novo na região, o observador sentia-se desesperadamente atraído pela bela morena que todos os dias passava por sua casa altas horas vestindo roupas que mais mostravam do que escondiam o belo corpo repleto de curvas.


Realmente, Mariana era uma mulher muito atraente e sensual. Com seus cento e setenta e cinco centímetros de altura, belíssimas pernas bem feitas e bronzeadas, quadris salientes, bunda grande, bem feita e arrebitada, seios fartos e durinhos apontando para as estrelas, até o mais insensível dos mortais pára na rua para olhar quando ela passa com uma saia justa acima dos joelhos e uma blusa cujo decote generoso permite que as curvas dos seios fiquem visíveis. E a boca carmesim é um convite a beijos alucinantes e repletos de devassidão, ainda mais quando ela os pinta de vermelho desenhando cada detalhe no rosto perfeito. Ela sempre fora gostosa e consciente de que deixava os homens a seus pés.


Mas nesta noite o destino lhe pregaria uma peça inesquecível. Alguém mantinha sérios propósitos em saciar sua sede de Mariana e teria que ser naquela noite... Foram dias e dias planejando cada passo, ação, gesto... Ele estudara sua vítima minuciosamente e descobrira que ela era displicente. Talvez o hábito de andar por aquele trajeto todos os dias após a faculdade a tivessem feito relaxar quanto ao perigo daquelas sombras noturnas mas o fato é que ela realmente não tinha qualquer receio de ser exposta a um perigo iminente.

Mariana continuava pela rua escura e deserta, sem notar que agora seus passos eram seguidos de perto. Cada minuto representava uma eternidade para aquele homem cego de desejo e completamente enfeitiçado pela beleza daquela jovem que lhe incendiava os sentidos. Ele não pensava nas conseqüências de seus atos, queria apenas satisfazer suas fantasias mais perversas.


Foi diante de um terreno baldio que ele criou coragem e se aproximou de Mariana por trás tapando-lhe a boca para que não gritasse. Sussurrou ao seu ouvido: ‘Fica quietinha, vadia! Se cooperar não vou te machucar mais do que o necessário e você vai acabar pedindo mais!’


Ela aquiesceu com a cabeça e então ele a amordaçou e arrastou para dentro do terreno baldio... Enlouquecido pelo tesão, ele passou a esbofeteá-la diversas vezes e a jogou no meio do mato... Seus livros e cadernos esparramaram-se por todos os lados e lágrimas saltaram-lhe dos olhos. Seu medo era tanto que ficou paralisada enquanto era vendada e amarrada com os braços para trás. Os nós eram firmes e lhe doíam os punhos, marcando profundamente. Aterrorizada, não conseguia sequer emitir um som.


Não acreditava que João, seu vizinho, a estava estuprando e violando seu corpo daquela maneira. O pior disso tudo é que ela estava gostando! A violência a excitava e sentiu-se toda molhadinha quando recebeu as primeiras bofetadas no rosto. Ser chamada de vadia a enchia de prazer e ela estava lutando para que ele não percebesse seu tesão ao viver tudo aquilo ali, em plena madrugada e há cerca de cinqüenta metros de sua casa. João puxou-a pelo braço com violência e rasgou sua camisa, expondo seus seios intumescidos cujos bicos saltavam à vista. ‘Vagabunda! Você está com tesão em ser violentada? Sua vadia, vou te arrebentar para nunca mais esquecer de mim!’ Ato contínuo passou a morder os bicos dos peitos de Mariana fazendo-a chorar de dor.


Seus dentes chegavam a rasgar aqueles bicos rosados e ela sentia que ele não pararia até sentir gosto de sangue na boca... Ele mordeu, chupou, torceu os bicos dos seios e notou que mesmo com dor ela emanava desejo e excitação por todos os poros e puxando-a pelos cabelos, expunha mais ainda os peitos que pretendia sangrar de tanto judiar. Enquanto fazia isso, cortou a saia que Mariana vestia e arrancou-lhe a calcinha violentamente, atirando-a longe para que não fosse localizada. Queria humilhar aquela mulher que passava por ele todos os dias e o encarava como se fosse um ser inanimado; pior... Só não o pisava porque ele não estava estirado no chão feito um capacho.


Seu ódio aumentava à mesma medida que seu desejo e a necessidade de vê-la implorar para não ser currada era algo que ele esperava desde o momento em que decidira agir dessa forma. Perceber que Mariana sentia prazer frustrou-lhe um pouco mas aumentou seu desejo a idéia de que ela não seria penetrada para sentir prazer mas tão somente para o prazer dele. Ele era o dono e senhor da situação e Mariana apenas uma escrava do seu prazer. Vendo-a nua e sem qualquer noção do que lhe acontecia ao redor, virou-a de bruços e fez com que ela arrebitasse a bundinha apoiando-se no chão de terra com o rosto. A posição era incômoda e ela começou a chorar pois ele empurrava seu rosto de encontro ao solo com violência.


Ao invés de levantá-la, passou a aplicar-lhe palmadas fortes que a fizeram urinar de dor. E, então, num assomo de ódio e desejo, raiva e satisfação, afundou seu membro rijo naquela bundinha virgem sem dó nem piedade em um único golpe, passando a um vai e vem frenético que não só machucava como rasgava as entranhas de Mariana. Ela não conseguia reagir na posição em que se encontrava e gritou alucinadamente, sentindo que ia desmaiar tamanha a dor de ser literalmente arrombada por aquele animal insano que agora lhe cavalgava puxando os cabelos como se fossem arreios. Sentiu um misto de pavor e desejo, diante da dor lancinante e soube que naquele momento estava ferida e sangrava mas também percebeu que o prazer que experimentava a despeito da dor era algo que jamais provara em toda a sua vida.


Sim, ela estava sendo currada violentamente por um estranho e sentia-se prestes a gozar até perder os sentidos. E foi justamente isso o que aconteceu: Mariana chegou a um orgasmo violento e desmaiou, no mesmo momento em que João gozava dentro dela jorrando todo o seu prazer bem no fundo daquela bundinha apertada. Algum tempo depois, acordou sozinha, sem saber se haviam passado horas, minutos ou apenas alguns segundos. Perdera a noção de tempo e só sabia que teria dificuldades para sentar-se por um longo período embora tenha sentido tanto tesão que chegara a agradecer intimamente ao vizinho tarado pela curra criminosa e não consensual, mas extremamente prazerosa no final.


Procurou seus pertences, vestiu as roupas rasgadas que encontrou e constatou que estava mesmo só, o covarde se evadira. Restavam-lhe apenas a sensação maravilhosa do gozo recente, as fissuras que teria que tratar e a recordação da noite mais violenta, gostosa e insana que tivera com um homem, esse desconhecido que vivia ao lado. E foi nesse devaneio que se dirigiu para casa, enfim.




Akasha De Lioncourt – 17/03/2007

Um comentário:

claudia disse...

oq mais vc fais de perfeitinho ate agora nao percebi nada de erradinho ... tudo e muito fofo e lindo..ameiiiiiiii..brigadadinha por ser minha amiga